
Higiene Ocupacional, embora pouco conhecida por seu nome científico, é a ciência e arte dedicada a identificar, avaliar e controlar os fatores de trabalho e agentes que podem oferecer risco para a saúde, bem estar ou ocasionar significativo desconforto para os trabalhadores durante o desempenho de suas atividades laborais.
No Brasil, é disciplinada por Legislação Trabalhista específica e desenvolvida dentro da pesquisa científica por entidades dedicadas a preservação da segurança e saúde dos trabalhadores.
Sua metodologia consiste na pesquisa dos agentes de risco para a saúde, existentes em determinada atividade laboral e consequente mensuração de concentração ou intensidade.
Os riscos tratados por esta disciplina são divididos em:
Agentes de Riscos Físicos.
• Como o ruído que pode provocar perda neurosensorial irreversível (surdez permanente);
• Calor (sobrecarga térmica) que pode provocar desidratação (por exemplo);
• Vibrações que podem provocar desde problemas circulatórios até danos osteomusculares (danos a coluna vertebral, por exemplo).
Existem os Agentes de Risco Químico que são os produtos químicos manuseados diáriamente e que não apresentam nenhum dano imediato ao organismo mas, que pela frequencia de uso ao longo de anos, forma de contato/absorção e por suas concentrações no ambiente podem vir a provocar uma doença.
Há um terceiro grupo de Agentes de Risco que são chamados Biológicos. Nestes casos são identificadas as presenças de microrganismos patogênicos (que podem provocar doença), alergênicos etc.
Portanto, o profissional de Higiene Ocupacional, se dedica ao estudo dos mecanismos prevencionistas; das melhores formas de proteger o trabalhador durante suas atividades profissionais, nas quais existam riscos de doença.